40 anos Maroma: a história da família Habitzreuter

Toda grande história de sorvete começa com alguém disposto a acordar mais cedo. Em novembro de 1986, em Brusque, esse alguém era um casal: Marcos Agostinho Habitzreuter e Roseli Wanka Habitzreuter.
O começo foi praticamente artesanal. Marcos e Roseli dedicavam parte do dia ao negócio próprio que nascia — e a outra parte aos empregos que mantinham na indústria da cidade. O sonho era simples de dizer e difícil de fazer: produzir sorvetes e picolés saborosos e de qualidade, com amor e criatividade.
Deu certo. Verão após verão, a demanda cresceu, a fábrica cresceu junto, e a Maroma virou parte da paisagem afetiva de Brusque: o picolé da pracinha, o pote da sobremesa de domingo, o açaí do pós-treino.
A segunda geração
Os filhos do casal — Maurício, Marcelo e Murilo — cresceram literalmente dentro da empresa, acompanhando de perto cada evolução que transformou a Maroma na referência que é hoje. É essa segunda geração que conduz o negócio da família, com a missão de dar continuidade aos sonhos dos fundadores.
Dona Roseli, que construiu a empresa do zero ao lado de Marcos, segue sendo a alma sorridente e amável dessa história — como o público conheceu na série especial dos nossos 35 anos, em 2021.
O que não mudou em 40 anos
A tecnologia virou italiana, os processos se automatizaram, as linhas se multiplicaram — Zero, Frutoos, Milk, Sundae. Mas o segredo continua o mesmo desde o primeiro picolé: tudo é feito com muito carinho, amor e dedicação.
Em 2026, a Maroma completa 40 anos. E esta série do blog vai contar, capítulo a capítulo, como uma família de Brusque transformou felicidade em forma de sorvete.
Este post abre a série comemorativa "40 anos Maroma". Acompanhe os próximos capítulos aqui no blog.
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